News são notícias de última hora, que tem a produção mais apressada que eu já vi! Essa é a essência do jornalista de web, segundo Mário Camarão.
Vejam o resultado da nossa última aula, quinta-feira, 30 de abril de 2009:
Obs: aqui tudo é hipoteticamente pensado!
Texto 1:
Fogo consome Mangueirão
Um incêndio no Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão, causa pânico às pessoas que estão no local, neste momento. O Corpo de Bombeiros já chegou ao estádio, que fica na rodovia Augusto Montenegro, mas até agora, nenhuma morte foi confirmada. Segundo testemunhas, o desespero toma conta e as pessoas estariam se jogando das arquibancadas. São vários os feridos levados pelas ambulâncias, inclusive crianças. Mais informações a qualquer momento.
Texto 2:
Causa do incêndio ainda é desconhecida pelos Bombeiros
Ainda são desconhecidas as causas do incêndio que teve início às 19h, no Mangueirão, em um evento realizado pela Secretaria de Estado de Educação (SEDUC), segundo o comandante do Corpo de Bombeiros, Mário Camarão. O que se sabe, até o momento, é que havia cerca de 15 mil pessoas no local e destes, 50 estão feridos. A maioria são crianças do ensino básico da capital e do interior, que num momento de desespero, se jogaram do segundo e terceiro andar do estádio. O oficial do CBM também informou que está sendo difícil apagar as chamas, pois é pouco o contingente de homens, e, além disso, os hidrantes apresentam problemas, o que obrigou a corporação a pedir reforços vindos dos municípios de Santa Izabel e Castanhal. Uma força-tarefa foi montada para ajudar as vítimas.
Texto 3:
Incêndio começou com grande explosão. Seduc cobra apuração rigorosa
Pouco depois que o Corpo de Bombeiros de Educação, Ilze Sena, se pronunciou sobre o caso. Ela informou que o evento era em comemoração à páscoa e que o incêndio teve início com uma grande explosão, durante a apresentação de um mágico. “Ouvimos um barulho muito forte. Eu consegui sair, mas o clima é de desespero completo”, contou Ilze Sena.
Segundo a secretária, o estádio estava preparado para receber 20 mil pessoas, e que antes da programação da Seduc, que acontece pela terceira vez, o Mangueirão passou por rigorosas vistorias, nas quais não foi encontrada conseguiu controlar parte do fogo que atinge o Mangueirão, desde às 19h, a secretária de Estado nenhuma irregularidade. “Foi nos dada a certeza de que o Mangueirão estava em plenas condições; A Seduc vai exigir apurações completas sobre o caso” afirmou a secretária, ainda em estado de pânico.
No evento, muitas crianças estavam sem os pais, e ficaram sob a responsabilidade dos professores. A maioria veio em um ônibus fretado de municípios do interior do Estado. Em razão do incêndio, a SEDUC informou que todas as aulas serão suspensas na rede estadual de ensino.
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Fases do Jornalismo On Line
Depois de um tempo sem atualizar esse blog, voltamos à programação normal, com um exercício sobre as Fases do Jornalismo On Line. Confiram:
1ª FASE:
TRANSPOSITIVA >> Essa fase é a essência do jornalismo on line, logo no início do seu descobrimento, por pesquisadores e mesmo jornalistas. Chama-se transpositiva, em razão de sua maior característica que é transpor para sites a mesma matéria dos jornais impressos, sem alterar o formato ou linguagem do texto jornalístico. Nesse caso, trata-se de uma repetição do que é o impresso, onde os jornais on line passam a reproduzir na íntegra o formato dos jornais diários. O exemplo que pode ser utilizado para falar mais sobre esse fase é o jornal paraense O Liberal. Separado por editorias, tal qual o jornal impresso, no site do jornal O Liberal é possível ver uma cópia das mesmas matérias, que circulam na cidade, porém no formato impresso, que é mais conhecido e também mais acessível ao público.
2ª FASE:
METAFÓRICA >> Nesta segunda fase do jornalismo on line, já começamos a observar uma ligeira mudança, em relação à primeira fase. Aqui, o texto jornalístico começa a ter características próprias, e não depende mais tanto das matérias copiadas dos jornais impressos. Além disso, o site como um todo começa a interagir com outras interfaces que a internet possibilita, tais como links, propagandas, anúncios publicitários, fotos, textos produzidos em formato web, entre outros. Dessa forma, os produtos começam a apresentar novas experiências na tentativa de explorar as características oferecidas pela rede. O exemplo desta fase de novas descobertas na rede mundial de computadores é o site do jornal carioca Extra.
3ª FASE:
WEBJORNALÍSTICA >> A terceira fase do jornalismo on line pode ser considerado o momento máximo da utilização dos meios de interatividade, que a internet possibilita, aliado à produção de textos especificamente para formatos web. Aqui, as características do jornalismo on line, como a velocidade da informação, texto curto e precisão na informação passada aos internautas e o uso de news estão mais presentes. Outro detalhe é o surgimento de jornais feitos para a Internet, mesmo grandes empresas com jornais impressos já estabelecidos também criam redações separadas e preparadas para o ambiente digital. Como exemplo , o portal da Revista Exame, da Editora Abril.
4ª FASE:
COLABORATIVA >> A última fase do jornalismo é uma verdadeira revolução nas redações on line espalhadas pelo país. Aqui o editor é o próprio leitor, e os textos produzidos por qualquer pessoa, mesmo não tendo a graduação em comunicação social – jornalismo. É o cidadão comum que colabora com informações e fotos, para a produção de uma nova notícia. Algumas boas idéias são aproveitas por sites de notícias, e viram até destaque, mas outras causam discussões entre os jornalistas mais experientes, os quais questionam a falta de credibilidade de uma notícia dada por qualquer pessoa, que não o jornalista. É o caso da foto do acidente da TAM no site UOL. Realidade bem mais próxima do que se imagina....O exemplo aqui é o site Digg, dos Estados Unidos, permite indicar notícias de outros blogs e sites de notícia e a comunidade elege fatos mais relevantes.
1ª FASE:
TRANSPOSITIVA >> Essa fase é a essência do jornalismo on line, logo no início do seu descobrimento, por pesquisadores e mesmo jornalistas. Chama-se transpositiva, em razão de sua maior característica que é transpor para sites a mesma matéria dos jornais impressos, sem alterar o formato ou linguagem do texto jornalístico. Nesse caso, trata-se de uma repetição do que é o impresso, onde os jornais on line passam a reproduzir na íntegra o formato dos jornais diários. O exemplo que pode ser utilizado para falar mais sobre esse fase é o jornal paraense O Liberal. Separado por editorias, tal qual o jornal impresso, no site do jornal O Liberal é possível ver uma cópia das mesmas matérias, que circulam na cidade, porém no formato impresso, que é mais conhecido e também mais acessível ao público.
2ª FASE:
METAFÓRICA >> Nesta segunda fase do jornalismo on line, já começamos a observar uma ligeira mudança, em relação à primeira fase. Aqui, o texto jornalístico começa a ter características próprias, e não depende mais tanto das matérias copiadas dos jornais impressos. Além disso, o site como um todo começa a interagir com outras interfaces que a internet possibilita, tais como links, propagandas, anúncios publicitários, fotos, textos produzidos em formato web, entre outros. Dessa forma, os produtos começam a apresentar novas experiências na tentativa de explorar as características oferecidas pela rede. O exemplo desta fase de novas descobertas na rede mundial de computadores é o site do jornal carioca Extra.
3ª FASE:
WEBJORNALÍSTICA >> A terceira fase do jornalismo on line pode ser considerado o momento máximo da utilização dos meios de interatividade, que a internet possibilita, aliado à produção de textos especificamente para formatos web. Aqui, as características do jornalismo on line, como a velocidade da informação, texto curto e precisão na informação passada aos internautas e o uso de news estão mais presentes. Outro detalhe é o surgimento de jornais feitos para a Internet, mesmo grandes empresas com jornais impressos já estabelecidos também criam redações separadas e preparadas para o ambiente digital. Como exemplo , o portal da Revista Exame, da Editora Abril.
4ª FASE:
COLABORATIVA >> A última fase do jornalismo é uma verdadeira revolução nas redações on line espalhadas pelo país. Aqui o editor é o próprio leitor, e os textos produzidos por qualquer pessoa, mesmo não tendo a graduação em comunicação social – jornalismo. É o cidadão comum que colabora com informações e fotos, para a produção de uma nova notícia. Algumas boas idéias são aproveitas por sites de notícias, e viram até destaque, mas outras causam discussões entre os jornalistas mais experientes, os quais questionam a falta de credibilidade de uma notícia dada por qualquer pessoa, que não o jornalista. É o caso da foto do acidente da TAM no site UOL. Realidade bem mais próxima do que se imagina....O exemplo aqui é o site Digg, dos Estados Unidos, permite indicar notícias de outros blogs e sites de notícia e a comunidade elege fatos mais relevantes.
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